Como todo e qualquer produto, o Moinho de Vento também tem o seu Ciclo de Vida. Acontece, porém, que o ciclo de vida dos moinhos é, por enquanto, de longe superior ao dos homens. Talvez por isso, sucessivas gerações de homens habituaram-se às suas silhuetas como fazendo parte da paisagem, e pensaram que sempre existiram. Na verdade, cada moinho foi erguido em determinado momento pela vontade do seu dono, moeu toneladas e toneladas de grão por anos a fio, e foi carinhosamente cuidado para se manter a funcionar na plenitude das suas potencialidades. Quando tal deixou de acontecer, os elementos, aliados à inércia e desinteresse dos seus donos, foram inexoravelmente deteriorando e levando à ruína uma parte significativa dos moinhos de vento da Região Oeste. É claro que, em função das técnicas e materiais de construção utilizados e fundamentalmente das acções de manutenção levadas a cabo pelos seus donos, uns foram resistindo mais do que outros, e apresentam-se por isso em estados de conservação diversos.

Arte ao Vento sabe como gerir todos os aspectos do ciclo de vida do produto Moinho de Vento, seleccionando, desde o começo, os materiais mais adequados a prolongar a longevidade dos moinhos por si restaurados, empregando as técnicas tradicionais mais adequadas a cada situação, propondo as indispensáveis acções complementares de manutenção, e aconselhando o seu proprietário, o qual, não raras vezes, desconhece em absoluto as técnicas da sua utilização.